"FÉNIX"

Colectânea Literária

POESIA

 

 

ANTÓNIO ZUMAIA

 

 
António Lopes Ferreira

Quem sou? Acreditam, que apesar da imensidão do famigerado tempo que por mim já passou, ainda há pouco tempo comecei a viver de facto e a registrar o meu tempo como um espaço onde há amor e algo que jogo no papel por imperiosa necessidade.
Quando estudava nos Salesianos do Estoril, comecei a alinhavar alguns contos que à noite em ameno serão lia para meus embevecidos progenitores, os poemas que fazia escondia envergonhado, por considerar a poesia algo de muito piegas. Um dia por azar o João Vilarett ,que era visita de meu padrinho da Crisma, deu com uns manuscritos meus e embora tenha gostado do que leu, perguntou-me? – De onde copiaste isto? Respondi, com a humildade que os jovens na altura usavam para com os mais velhos: – Fui eu senhor Vilarett.
Depois de breve conversa com meu padrinho disse-me:
- Continua a escrever e entrega-me para eu ler.
Passado alguns tempos saíram na pagina literária de um Jornal Diário, que hoje já não existe. Um dos poemas em que relatava a revolta sentida pela juventude do meu tempo, não agradou a certas forças e fui parar à Maria Cardoso, é evidente que acabou aí uma carreira que sempre considerei sem futuro e ainda hoje considero, escrever poesia.
A partir do ano 2000 recomecei, numa tentativa de amenizar a vida passada, publiquei com o apoio da Firma onde trabalhava o livro de poemas “Água vida”, o que ganhei foi-se em Antologias pagas onde publiquei alguns poemas até considerar um tremendo erro ter de pagar para ser lido. Desisti...
Tenho vários romances e livros de poesia escritos, que me deram imenso prazer, nada mais além disso. Vou liberar agora um livro “Contos do Zumaia” e possivelmente o farei com outros. Tenho uma série de diplomas e prêmios da minha poesia mas pouco interessa e seria fastidioso os enumerar, embora agradeça a deferência de quem me distinguiu.
Escrevo como António Zumaia; Para esclarecer o porquê deste nome, terei de recuar a um passeio que dei na minha juventude e que resolvi ir visitar o Castelo do Marquês de Foronda, meu padrinho de nascimento, sentei-me para descansar num marco da estrada, pegando num papel escrevi um breve poema, ao assinar escrevi António e ao ler Zumaia inscrito na pedra, copiei e assim nasceu este que se assina:

António Zumaia

 

 

O mar… Lusitano amor
 
 
Livro de poemas

 

 

ÍNDICE

(clique no nº da página)

 

capitulo 1

Naus

PÁG.2

  PÁG.3   PÁG.4
Apresentação   Simples Nau   Pobre nau I
 Nau do Insano I   Minhas 3 naus   Pobre Nau II
Nau do Insano II   Nau sem amor   Nau da acalmia
Nau do Insano III   Nau do ciúme   Nau da tormenta
    Nau do amor   Nau da verdade

PÁG.5

  PÁG.6
A Nau de Prata   A Nau... acabou
Linda Nau   A Nau voltou
Nau em Sines   Nau... felicidade
Nau da desgraça   Nau desgovernada
Nau do engano   Perdeu-se a nau
Nau do adeus   Nau da traição

 

capitulo 2

Fados

PÁG.7

  PÁG.8

Apresentação

  Fado da minha vida...
É meu fado...   Só fado.
Fado perdido...   Meu fado... minha sina.
Doido fado.   Fado da saudade...
Lisboa e o fado...   Único fado
Fado da nossa rua... (Desgarrada)   Fado... alma portuguesa
Fado das rosas.   Simples fado

 

capitulo 3

Rosas

PÁG.9

  PÁG.10   PÁG.11
Apresentação   Doces rosas   Rosa Vermelha
As três rosas   Rosa da Vida I   As rosas
Amor e Rosas   Rosa da Vida II   Rosa Amarela
Pétalas de rosa   Minha rosa, dor...   A rosa e tu
As tuas rosas   Rosas Brancas   As cinco rosas de amor
Rosas   As rosas não falam...   As minhas rosas I

PÁG.12

As Minhas rosas II
 São minhas rosas
Rosas são para sempre
Rosa Branca
Minhas flores
Rosa da Vida III

Mulher e flor

 

capitulo 4

Mãe

PÁG.13

  PÁG.14
Mãe... O teu filho – 16/04/2003   Mãe III... – 01/05/2005
Mãe I... – 16/04/2003   Mãe... IV 15/03/2006
Querida mãe... Um recado para ti. 30/04/2004   Mãe... V   09/09/2006
Mãe II... 09/05/2004   Mãe... VI 18/9/2006
Saudades... Mãe! – 25/09/2004   Mãe VII 31/10/2006

 

capitulo 5

Espírito do Vento

PÁG.15

  PÁG.16
Espírito do Vento   A vida no tempo
Vento, meu companheiro...   Vento
A dor...   Desespero
Sussurrando teu amor   Liberta-me... ó vento
Cruz do poeta   Sou vento que passa
Foi sim   Só tu... Amor!

 

PÁG.17

  PÁG.18   PÁG.19
Amo-te... mulher!   Nunca fui teu   Solta-me... porque te amo
Rezo no vento...   Dar tempo   O grito
Já escrito no vento   Simples folha   Sonho que a vida me leva...
O homem   Acabou   Poeta do sonho
Loucura   O louco   Sou vento que passa

 

 

 

Livro de Visitas