COLECTÂNEA  LITERÁRIA

 

Marise-Ribeiro

 
 
 
Poesia
 
Pág. 1 de 11 Pág.
 

Sou Marise Ribeiro, nasci na cidade do Rio de Janeiro em 10 de Fevereiro de 1952 e comecei a divagar pelo mundo da poesia no ano de 2005. Revelo-me poeticamente em nuances recolhidas de sentimentos vividos até a maturidade.
Não faço da escrita uma obrigação, deixo apenas a inspiração fluir naturalmente, nos momentos em que ela me visita.
Pouco escrevo sobre mim, sinto-me melhor divagando pelos caminhos das emoções que observo nas pessoas e na natureza. Aprecio as sonoridades da métrica e da rima, mas não nego à minha inspiração o direito de também criar em versos livres.
Apresento meus trabalhos virtualmente no endereço www.mariseribeiro.com, em site próprio, denominado Cenário de Sentimentos, e em alguns grupos do Yahoo.
Sou acadêmica da NOVAVPB, cadeira nº 109, Membro Efetiva da AVSPE, autora do Grupo Ecos da Poesia e do Clube de Poetas, e pertenço também ao Movimento Poetas Del Mundo.

Obras Publicadas Virtualmente:
E-book de poesias "As Cores da Maturidade", publicado em Julho/2005.
E-book de poesias "Quimeras", publicado em Outubro/2005
Estes trabalhos foram lançados pela Editora Del Nero Virtual Bookstore e se encontram hospedados nos sites www.delnerobookstore.com e www.mariseribeiro.com.

Participação em Antologias editadas graficamente:
Dois Povos Um Destino – 2ª Antologia Literária do Grupo Ecos da Poesia – Diversos Autores - Ano 2006
2ª Antologia do Portal CEN – Diversos Autores - Ano 2006
10 Rostos da Poesia Lusófona na XIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro – Editora APPERJ – Ano 2007

IDENTIDADE
Marise Ribeiro


Há versos em que pranteio,
Em outros me exponho rindo...
A dor, às vezes, margeio
Ou cultivo-a bem no seio,
Até me ver sucumbindo.

Permito que o sentimento
Se esconda numa tragédia,
Mas no circo do momento,
Preparo a lona do alento
E a vida sirvo em comédia.

Pinto bucólicas cenas,
Floresço em áridas terras,
Enquanto mães às centenas,
Durante tristes novenas,
Rogam pelo fim das guerras.

Encerro em mim tantas crenças
E as consagro em devoção,
Mas também indiferenças
Ao compor cruéis sentenças,
Quando rejeito a traição.

Acolho o amor imperfeito,
Zombo do azar e da sorte...
Com a lira me deleito,
Faço festa no meu peito
E até dou graças à morte.

E, se levanto bandeiras,
Rasgo toda a fantasia...
Uso a cor sem brincadeiras,
Mostro tintas verdadeiras
E ao verbo deito energia.

Traço letras em quintilhas,
Com métricas e com rimas...
Neste mar de redondilhas,
Navego ganhando milhas:
Serão elas obras-primas?

Meu presente, rico império,
Bendigo-o com humildade
E o conduzo muito a sério...
E esta alma, doce mistério,
Será a minha identidade?

Nesta vida sou uma esteta
E a poesia é diretriz,
Mas não me nomeio poeta...
Minha pena aqui decreta:
Sou nada mais que aprendiz!

Marise Ribeiro

Índice

(clicar em Pág. x , no topo)

Pág.2

Pág.3 Pág.4 Pág.5
Lírica Humildade Aquela... Indefinido Uma Furtiva Lágrima
Minhas Estações Anistia Reflexo Capitu
Algo... Devaneio Ensaio Cortinas do Tempo
Tempo No Amor Puídos Sonhos Palavras Passagem
Deixa Chover... Variantes Minhas Flores Concepção

Pág.6 Pág.7 Pág.8  Pág.9 
Quadrilátero Corsário do Amor Possessão Delírios...
Influência da Lua Por Um Adeus Rio de Janeiro Pai de Verdade
Breve Hospedagem Sublimado Amor Fim de Tarde Inverno
Filho de Ninguém Sinfonia de Gralhas Descobrimento... Vício
Ser Poeta A Caminho do Céu Semeador Contradição

Pág.10 Pág.11 
Eu, Poesia? Inútil Magia
Inquietude Testamento
Prece ao Tempo Natal Interior
No Tempo dos Quintais Graças!
Mensageira Foram-se os Versos...

Livro de Visitas