"FÉNIX"

Colectânea Literária

POESIA

 

NICOLAU SAIÃO

 

 

 

BIOGRAFIA

Nicolau Saião (Monforte do Alentejo - Portalegre, 1946). Pseudónimo artístico de Francisco Garção. Poeta, publicista, actor-declamador e artista plástico. Participou em mostras internacionais de Arte Postal, além de ter exposto individual e colectivamente em diversos países na Europa, África, Américas e Oceania.
Tem colaboração diversa na imprensa cultural de Portugal, Espanha, França, Chile, Brasil, Argentina, México, EUA, Bolívia…
Prémio nacional Revelação/Poesia da Associação Portuguesa de Escritores pelo livro “Os objectos inquietantes” (Editorial Caminho). Autor ainda de “Passagem de Nível” (1992), “Flauta de Pan” (1998),), “O armário de Midas” (Moçambique, 2008), “Os olhares perdidos” (Portugal 2001, Brasil 2007), “As vozes ausentes” (Brasil 2011)…
Fez a primeira tradução mundial integral de “Os fungos de Yuggoth” de H.P.Lovecraft (Black Sun Editores, Portugal e Nephelibata, Brasil).
Palestras e conferências no país e no estrangeiro (Espanha, França, Itália, Brasil, Canadá…). Foi um dos representantes de Portugal na Bienal de Fortaleza 2008 (Ceará, Brasil) e nas comemorações dos “500 Anos de Amato Lusitano” (Castelo Branco, 2011) e “Celebração de Miguel de Unamuno” (Salamanca, 2012).
Realizou e protagonizou o programa radiofónico semanal “Mapa de viagens” (Rádio Portalegre, 36 emissões), na qual deu a conhecer e/ou divulgou escritores, cineastas, pintores, críticos, cientistas e cantautores, nacionais e estrangeiros.
O cantor espanhol Miguel Naharro incluiu-o no álbum “Canções lusitanas”.

(Biografia sucinta estabelecida por João Garção)

 

 

 

ANTOLOGIA DOS QUATRO CANTOS

Nicolau Saião

IV

 

 

ESCRITA E O SEU CONTRÁRIO

 

 

 

 

ÍNDICE

(clique no nº da página)

PÁG.2

  PÁG.3   PÁG.4

EFEMERIDADE

  ÁGUA   NAZARÉ (vila e praia)

VOAR

  MADRUGADA   GUITARRA
CIDADE   SORRISO   ENCONTRO EM PARIS
MAGNÓLIA   PARQUE   QUERIDO PRIMO JACOB

 

PÁG.5

  PÁG.6   PÁG.7
RELÍQUIA   O DIA DE PHILICARI   ANUNCIAÇÃO
RITMOS   VISLUMBRE   POEMA (Xisto)
CONSELHO   AQUI, ALI, ACOLÁ   POSFÁCIO
NA COZINHA   ATÉ AO FIM    

 

 

 

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