"FÉNIX"

Colectânea Literária

PROSA

 

Ademir Barros dos Santos

Nuno Rebocho

 

 

 

MEMÓRIA DOS QUILOMBOS:
ÁFRICA, DIÁSPORA, CABO VERDE E BRASIL

Por
Ademir Barros dos Santos *
e

Nuno Rebocho **

 

 

 

 

BIOGRAFIAS

* Ademir Barros dos Santos: Coordenador da Câmara de Preservação Cultural do Núcleo de Cultura Afro-Brasileira – Nucab – da Universidade de Sorocaba – Uniso. Sorocaba, São Paulo, Brasil
**Nuno Rebocho: jornalista, escritor e pesquisador, radicado em Ribeira Grande de Santiago, também conhecida por Cidade Velha. Ribeira Grande, ilha de Santiago, Cabo Verde.
 

“Começar pelas palavras talvez não seja coisa vã. As relações entre os fenómenos deixam marcas no corpo da linguagem”.
É assim que Alfredo Bosi inicia a sua Dialética da colonização e é seguindo tão precioso conselho que se inicia, aqui, este estudo.
Isto posto, necessário se faz recorrer ao que ensina Kabengele Munanga, em Origem e histórico do quilombo na África: é o que se faz, a seguir.

 

 

ÍNDICE

(clique no nº da página)

QUILOMBOS E QUILOMBOLAS PÁG.2
A origem dos quilombos africanos PÁG.2
O povo jaga ou imbangala PÁG.2
Surge o povo novo PÁG.2
O escravismo em África, e a resistência a ele PÁG.3
• Em S. Tomé PÁG.3
• Em Angola PÁG.3
• No Congo PÁG.3
• Em Moçambique PÁG.3
Quilombos, na diáspora PÁG.4
A organização dos quilombos PÁG.5
O quilombo de Julangue PÁG.6
O caso brasileiro PÁG.6

Os quilombos abolicionistas brasileiros

PÁG.7
BIBLIOGRAFIA PÁG.8

 

 

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