FÉNIX

 

LOGOS Nº 15

JULHO 2015

 

 

 
 
 

CARMO
VASCONCELOS

HENRIQUE L. RAMALHO

 

Estimados Escritores e Poetas Amigos,

É com grato prazer que lhes apresentamos a 15ª Antologia "LOGOS" 2015, da FÉNIX, com um total de
402 brilhantes participações
, divididas em dois blocos, Prosa e Poesia:

 

3 9 1 1 308 2 1 3 1
Alemanha Angola Argelia Argentina Brasil Cabo Verde Canadá Espanha EUA

 

1 1 1 6 60 1 2
Guiné Israel Japão Moçambique Portugal Suiça Uruguai



Confiram abaixo as respectivas páginas, nomeados os autores por ordem alfabética nos respectivos blocos, e nos comuniquem qualquer omissão ou lapso encontrado, que, prontamente, o corrigiremos.


A todos agradecemos, sensibilizados, pela numerosa e honrosa participação a esta nossa 15ª Antologia, que tencionamos continuar bimestralmente, esperando que nos honrem sempre com as vossas inspiradas letras e amistosas participações.

Ficaremos gratos se deixarem os vossos comentários no Livro de Visitas da FÉNIX:

http://www.livrodevisitas.com.br/ler.cfm?id=135450

Caro Autor, retire ou solicite-nos o seu selo de participante nas Antologias "LOGOS" , a fim de o personalizarmos com o seu nome:



Com o nosso abraço,
Carmo Vasconcelos e Henrique Lacerda Ramalho 

 

 

 - O Cósmico criador ou energia divina manifestada como palavra falada, a idéia do pensamento divino objectivado pela enunciação divina;
LOGOS no grego, significava inicialmente a palavra escrita ou falada — o VERBO.
Mas a partir de filósofos gregos como Heráclito passou a ter um significado mais amplo.
LOGOS passa a ser um conceito filosófico traduzido como razão, tanto como a capacidade de racionalização individual ou como um princípio cósmico da Ordem e da Beleza.
Há traduções do Evangelho em que LOGOS é o "VERBO".
O LOGOS também pode ser visto como  o "MOTIVO" de todas as coisas, sendo a causa que explica o anseio existencial humano tão discutido pela filosofia.
 

 

 

 

 Fundo musical:

LISBOA ANTIGA
Amália Rodrigues


Lisboa, velha cidade,
Cheia de encanto e beleza!
Sempre a sorrir tão formosa,
E no vestir sempre airosa.
O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto linda princesa!

Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras,
Dos cinco réis, das esperas e das toiradas reais!
Das festas, das seculares procissões,
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais!

Lisboa, velha cidade,
Cheia de encanto e beleza!
Sempre a sorrir tão formosa,
E no vestir sempre airosa.
O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto linda princesa!

Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras,
Dos cinco réis, das esperas e das toiradas reais!
Das festas, das seculares procissões,
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais!

 

 

 

Livro de Visitas

 

 

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