FÉNIX

 

 

Cristina Olivera Chávez

 
 

CREPÚSCULO Y AURORA
Cristina Olivera Chávez

Dicha, le da al Señor, con su salida
en cada amanecer, hay mil colores,
bordado entre listón de bellas flores
mostrando su candor en esta vida.

Ama tanto al Señor, que en su partida,
pinta el atardecer, con más fulgores,
deshojando las sombras y temores
su escarlata dibuja más prendida.

Crepúsculo y Aurora, pira que arde,
holocausto de amor que por la tarde
se ve centellear, cerca de Dios.

Su alabanza, de luz abrasadora,
a Dios su adoración, en mística hora;
¡cuando todo culmina con su adios!

Cristina Olivera Chávez - da Cidade do México
em Santo Antonio do Texas - USA


Cristina Olivera Chávez nació en la Ciudad de México el 13 de febrero. Reside actualmente en la Ciudad de San Antonio Texas.USA
Estudios: Funcionario de Banco 1965 - 1970;Master en Relaciones Públicas.Relaciones Humanas, Oratoria, Administración, y Organización.
Aficiones culturales: Poesía,idiomas, música.
Libros publicados " El vuelo del Colibrí" Poesía Clásica;"Un Colibrí entre cerezos" Haiku poesía japonesa.
Fundadora de la Revista LunaSol Internacional; Fundadora de la Organización Mundial de Trovadores/OMT; Asociada Honoraria y Delegada de la Unión Brasileña de Trovadores / UBT 2004

 
 
 
 

Daizi Eneida Vallier

 
 

DEMOCRACIA
Por Daizi Eneida Vallier


A manhã estava ensolarada. Saí para cumprir com meu dever cívico e, logo ao deixar o prédio, notei uma calmaria na minha rua. Moro no Bairro Cidade Baixa, que não tem nada a ver com outras eleições que ali passei, nestes quase cinquenta anos que ali resido.
Caminhei as duas quadras que me separavam do colégio e não vi ninguém com bandeiras, nem os famosos santinhos pelo chão, estes perfeitamente dispensáveis, fique bem claro. Senti falta, também, dos grupinhos de pessoas conversando animadamente nas calçadas. Bandeirolas e grupos animados, independente do lado que estivessem, embora esta localidade tenha um lado bastante definido, pareciam-me combinar com a democracia que tantos, e por tanto tempo, almejaram.
Acometeu-me, naquela manhã, a certeza de estarem as pessoas um pouco anestesiadas pelas desilusões. Vinha notando, em certas conversas, a dificuldade de compreensão dos meandros da democracia, pois, nela, às vezes, sentimo-nos ouvidos e noutras não, mas, isso no meu entender é o que a caracteriza, visto que, se sempre fosse um lado o satisfeito, não seria um regime democrático.
Foi com um sentimento indefinido de tristeza e preocupação que depositei meu sufrágio na urna, sem entender o desinteresse de posicionar-se, de um número tão grande de pessoas, isso constatado após a apuração, uma vez que, penso, só assim adquirimos o direito de reclamar, discordar e exigir qualquer coisa do dirigente eleito.
Dali, dirigi-me à casa de uma de minhas filhas, onde tínhamos um almoço com familiares; eu e ela havíamos chegado de uma viagem na semana, e a reunião era desejada. No meio dos assuntos, era claro, o evento da data seria um deles. Meu genro, dono da casa, a certa altura afirma: aqui todos votaram em branco, claro. Segue-se um silêncio. Parece-me que perderam a fala. Achei estranho, embora compreensível, conhecendo como conheço o querido moço. Com voz baixa e o mais suave que consegui, falei: Eu nunca votei em branco e não seria hoje que o faria. Para esclarecer tal frase, devo dizer que tenho setenta e um anos. Em seguida sua mãe também se manifesta, declarando por quem optou e justificando suas razões, seguida de meu outro genro, de seu irmão e, na sequência, verificamos: só o casal havia aberto mão de um direito seu. Internamente, lamentei. Não me posicionei mais. Como eu, uma democrata convicta, poderia fazer diferente?

Daizi Eneida Vallier
Porto Alegre - RS - Brasil

 
 
 
 

Damião Oliveira

 
 

A CRIAÇÃO LITERÁRIA
"A Arte é livre, dês de que seja Arte."
O CHAPÉU E O BONÉ SÃO NOSSOS.
Por Damião Oliveira


Cada autor tem seu método e capacidade de sentir as pessoas e perceber as coisas, assim também é o leitor.
Um poema, uma prosa ou poesia, se recebe e se desenvolve até no estacionamento ou interior de um supermercado; ao observar por exemplo a capa de um jornal, onde estampado esta Thomas Machado, o gaúchinho vencedor do The Voice Kids, e ai você se pergunta: - Onde esta o Boné?
"CADE O BONE DO THOMAS?"
Ficou para trás vocês podem pensar....
- Morreu em combate...
- Trocado pelo chapéu, condição que a carreira impôs.
Mas tem o outro lado!
_ O que?
-Que ele se salva e salva
- Quem?
- O Boné... É claro!
Ele foi visto na cabeça do MC HV DA TINGA.
-Então eles são nossos...
--O chapeu é o boné?
- O Thomas e o MC HV da Tinga
_ - Os dois!
- O chapéu e o Boné também!
- São Nossos.
- Gaúchos.

Damião Oliveira -Poeta e Escritor, direto do Estacionamento do Mercado Uni super. Para o Sarau Alvorada IN Love. Projeto semeando sonhos colhendo realidades, Arte Livre. E feira do Livro de Alvorada - Apoio cultural: ACIAL DE ALVORADA.

Damião Oliveira
Alvorada - RS -Brasil


Damião Oliveira - Poeta e escritor Brigadiano com participações em coletâneas, Antologias e casas de cultura. Autor do livro o ser binário. - A Força e o Poder do nós.Palestrante motivacional, contador de contos, proseador. Agente Performático em Saraus.

 
 
 
 
 

Dara Mendes

 
 

ÁGUAS DA MINHA VIDA
Dara Mendes

Chove.
Lá fora, chove.
Respinga.
E aqui dentro molha.
O meu rosto se molha.
Chuva.
Lágrimas.
Chuva e lágrimas.
Dentro e fora.
Lá fora, chove.
E aqui dentro, também.
Lá fora chove e aqui dentro escorrem as lágrimas que sempre vem.
E assim, chove.
Lá fora.
E aqui dentro, também.

Dara Mendes
Mogi das Cruzes – SP - Brasil


Nascida na cidade de Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo, em 25 de Maio de 1998. Cursa o 4º semestre de Logística na Universidade de Mogi das Cruzes, mas sonha em cursar Letras após o término do mesmo. Atualmente sendo somente estudante, tem como atividades prazerosas a leitura e a escrita.

 
 
 
 
 

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