FÉNIX

 

 

Luzia Alves Barroso e Silva

 
 

FICA NA BARRA FREI DORIVAL
Luzia Alves Barroso e Silva

Somente quem se esvazia de si mesmo numa entrega total a Deus,
é capaz de realizar tantos feitos e com uma alegria que transborda.
É como Frei Dorival tem cuidado de Barra do Corda.

Por isso estamos sentindo tanto, a idéia de ver nosso líder partir.
De ir pra cuidar de outras ovelhas, pregando sua verdade.

Sei que a missão de sacerdote é árdua
E muitos precisam de ti,
mas nosso coração já chora de saudade.

Foi com seus ensinamentos que nossa Igreja melhorou
Com seu jeito de conduzir,
e a sua forma de ensinar sobre o amor e a união

Quantos corações aflitos, quantos jovens sem direção!
Ambos tomaram rumos certos, por causa as sua oração.

Por isso pedimos com fervor!
Com o coração apertado, mas com uma esperança angelical.
Pedimos que fique porque acreditamos no propósito do nosso Senhor!
De que não é hora de deixar nossa cidade.
Porque ainda tem a missão de cuidar um pouco mais de nossa comunidade.

Luzia Alves Barroso e Silva
Barra do Corda - Maranhão - Brasil


Luzia Alves Barroso e Silva, professora, poeta, romancista, política. Especializada em Planejamento Educacional – Universidade Salgado de Oliveira, em Supervisão, Orientação e Administração Escolar – Faculdade de Teologia Hokemãh – FATEH, em Educação Infantil pela Faculdade Evangélica do Meio Norte FAEME e Licenciada em Pedagogia- Universidade Estadual do Maranhão UEMA.
Nasceu no Município de Itaipava do Grajaú em 13 de dezembro de 1976, chegou a Barra da Corda em 1986. Sempre estudou em escola pública, desempenhou sua primeira atividade profissional na casa de Cultura Galeno Brandes. Desenvolveu atividade de professora na Rede pública desde 1998, também trabalhou como diretora e coordenadora na escola Centro Educacional Padre Pio- CEPAP e coordenadora pedagógica na Escola Nossa Senhora de Fátima - Diocesano de Barra do Corda.
Começa a escrever versos românticos aos 11 anos de idade, sempre participativa nas ações de comemorações alusivas a datas comemorativas, desenvolvendo poemas e músicas de sua autoria como forma de abrilhantar os eventos culturais da cidade de Barra do Corda. A maioria de suas poesias são baseadas em fatos reais. Atuar no Cargo de Secretaria Municipal de Cultura de Barra do Corda desde de 2013 até a data atual.

 
 
 
 

Magno Guedes

 
 

REGISTRO DO DESTINO
Magno Guedes

Estrada e destino. Contramão, desatino.
Já vi de tudo, desde menino:
mula sem cabeça, lobisomem, até felino.
Fui criado na roça, nordestino.
Conhecido por Jê. Nome de batismo, Jesuíno.
Pouca leitura, experiência de vida, te ensino.
No começo trabalhei duro, de sol a sol, clandestino.
Consegui meu pedaço de chão, com muito esforço e atino.
Semeio de tomate a pepino.
Tenho certo conforto, merecido.
Tevê a cabo pega tudo, canal argentino e até palestino.
O pilão aposentado; a mulher não quer mais,
com essa tal moda de cappuccino.
Sou matuto moderno, toco viola, guitarra e violino.
As vacas, galinhas, meu pedacinho de chão,
todo dia examino.
Abeira a noite, uma prece pelo dia.
Outra vez, o sono chega repentino.
Acordo com o carijó cantando e o cachorro latindo.
Cedinho tudo ajeitado, trabalho do dia definido.
Assim vou levando a vida, esposa e filhos. Absoluto e genuíno.
Meu destino - minha história - presente divino.

Magno Guedes
Jundiaí - SP - Brasil


Natural de Xique-Xique Ba, atualmente reside em Jundiaí SP e faz parte do núcleo Itatiba SP ; Fisioterapeuta especialista em Dor, Craniopunturista- YNSA, Quiropraxista,Hipnoterapeuta.

 
 
 
 

Manoel Virgílio Cortes

 
 

FELIZ ANO NOVO !!!
2018
Manoel Virgílio Cortes

Feliz, te seja este ano que inicias,
que o vivas com saúde, todos dias.
Que tenhas mui dinheiro p’ra gastar
e o amor que tu mereces, muito amar.

Se o gênio da garrafa te surgir,
não tenhas qualquer dúvida ao pedir:
saúde de um atleta ao competir,
e, amor, o tenhas muito p'ra sentir.

Porém, será preciso não esquecer,
o povo em todo o mundo a merecer,
também, usufruir felicidades.

Assim, mais um pedido, o terceiro:
que a paz chegue p’ra todos por inteiro,
que, enfim, haja entre os homens, igualdade!

Manoel Virgílio Cortes
Rio de Janeiro - Brasil

 
 
 
 

Manuel (D’Angola) de Sousa

 
 

ESQUECIDO NO SEIO DE LEMBRANÇAS FUTURAS A MEIO DUM TÚNEL DE MINHOCAS
Manuel (D’Angola) de Sousa

De que parte do futuro venho não me lembro mais
Cada vez que nasço no presente esqueço-me de tudo
Frequento incautamente descalço o paraíso dos comilões…

De asas encurtadas meu voo resume-se a leve ensaio esvoaçante
Tão só levanto o pó e pouco ou nada mudo na paisagem
Adormeço de pé que nem um zombi semi-automatizado

Sussurro em surdina um lamento inaudível enquanto me passeio sonâmbulo
Dou passos incertos e ziguezagueantes clássicos dum autêntico zarolho
Levanto a pala como quem puxa as persianas sintéticas para cima

Ainda mando fechar o palco para obras mas ninguém o aprova
Grito por todos os poros possíveis e torno-me mais invisível porém
Rompo o peito à frente de todos e planto dentro uma horta

Candidato-me a uma bolsa de ouro e sou assolado pelo peso da consciência
Lanço-me de pés e vazio para a cova feita no meio do asfalto arruinado
Encontro-me com outros entre odôres de pneu e óleos queimados

Vislumbro nos arredores imaginários uma escada e uma ponte para o nada
Subo e desço em perpétuo movimento sem achar o Céu ou o chão
Abro de lés-a-lés a totalidade das portas ou de portões e das janelas…

Passam por mim exércitos formigais de orelhas e narizes empinados
Procuro-lhes o rumo olhando atrás de um longo periscópio sazonal
Sigo-lhes de rastos e em sossêgo por vias de rastreamento o destino que levam…

Ultrapasso-os metendo-me num túnel cavado por minhocas aberto no espaço intracerebral…

(Escrito em Luanda, Angola, a 19 de Janeiro de 2018, por Manuel (D’Angola) de Sousa, em Homenagem aos Grandes Cientistas Astrofísicos e Atómicos e aos Gigantescos Cérebros de todos os Tempos da Humanidade, omitindo ou desconsiderando tão-somente aqueles que, embora de considerada grandeza Histórica, se limitaram unicamente a conduzir a Humanidade para o caos e para o quase apocalipse arruinante e fatal da ignorância…)

Manuel (D’Angola) de Sousa - Portugal
em Luanda - Angola


Manuel Jose Ferreira Duarte de Sousa, nacionalidade Angolana, nasceu em Lisboa em 26/ Jan/1959. Formação: Licenciatura em Administração de Empresas (Brasil) ; Línguas: Português e Inglês (Boa noção de Espanhol e Francês), Outras Actividades: Membro do Rotary Clube de Luanda, Rosacruz e Pedreiro Livre… Outros Países onde já residiu: Portugal e Inglaterra…

 
 
 
 
 

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