FÉNIX

 

 

Maria Alves Lamanna

 
 

QUISERA EU
Maria Alves Lamanna

Quisera eu...
Estar nos braços teus
Amar-te com vontade de amar
Sentir teu corpo colado junto ao meu
E no êxtase do amor
A ti, me entregar
Viver momentos de magia
De sonhos jamais vividos, até então...
Com o leve toque dos nossos corpos
Sentir pulsar junto ao meu
O teu coração
Inebriados de amor
Por uma louca paixão.

Maria Alves Lamanna
Rio Preto - Minas Gerais - Brasil


Poeta, Atriz, Roteirista, Compositora, Escultora.
Membro Efetivo ANLPPB cadeira 20, Academia de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.
Membro Correspondente da Academia de Letras da Manchester Mineira da Cidade de Juiz de Fora - Minas Gerais.

 
 
 
 
 

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira

 
 

HISTÓRIA II
Maria Antonieta Gonzaga Teixeira

História de vida para ser contada
e fazer conexão com o mundo...
Deve ser aquela das pessoas
que levantam de madrugada
tomam o café às pressas, pegam o jaleco,
saem correndo para alcançar o trem, ora ônibus
e ora metrô.
Vão para o trabalho, plantar as sementes:
Sementes de amor, de fantasia, de sonhos e
de sabedoria.
Sementes de progresso que alavancam o universo.
Sementes de bondade que preservam a amizade
Sementes de otimismo que criam raízes fortes
e florescem vida com alegria.
Sementes estão nas mãos dos que ceifam o trigo
no trabalho duro do sertanejo,
do trabalhador das minas de carvão,
do cortador de cana.
Como serão as sementes do
do futuro...
Do robô...
Do internauta?
O tempo...
- dirá.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
Castro-Paraná-Brasil


Escritora, poeta e artista plástica autodidata. Autora dos livros: “Dos Pequizeiros às Araucárias.” Instituto Cristão: Arte e Vida e Encruzilhadas; - Uma VIDA: Affonso e Marieta -2018.
Exposições coletivas: “América Espanhola” - Curitiba. Sensaciones”, em Buenos Aires. ArteMestria 16 em Viana do Castelo – Portugal. Artscoffee 16 em Lisboa-Portugal. Albicastrense art 16 no IPDJ Castelo Branco - Portugal. Mostra Natural - Buenos Aires 2016.
Exposições de Artes: “Cidade Perdida” – 2012. Exposições Coletivas: Sonhando com o Paraná - Museu Paranaense em Curitiba-2016. Deslocamentos: O ato ou efeito de variar-Ponta Grossa-2016. Mostra Natural em Buenos Aires-2016. Artistas e Autores da Espanha no Instituto Cervantes-Curitiba-PR-2016. 2º Salão” Mãos de Castro” -2017 e Exposição 17 Anos da Casa da Praça-Castro-PR- 2017.
Participa de várias Antologias Poéticas.
É membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni-ALTO e da Academia Luminescência Brasileira-ALUBRA.
Participa das exposições de Arte e Poesia organizadas pelo Curador e especialista em Arte Digital Carlos Zemek, em Portugal, Argentina e Chile.

 
 
 
 

Maria Aparecida Felicori {Vó Fia}

 
 

O PILÃO DA VÓ!!!
Maria Aparecida Felicori {Vó Fia}

Na cozinha da Vó tinha um pilão
Rústico e mal acabado feio e encardido
Uma tora de arvore cavada bonito era não
Ficava lá em um canto escondido.

Mas era muito usado para malhar grão
Fazer paçoca de carne seca com farinha
Socar arroz e descascar café...então
Quem socava cantava uma quadrinha.

A mão do pilão era um pedaço de pau roliço
Pesado e mais largo na base para malhar
As moças fortes da família faziam o serviço
O tempo todo a quadrinha a cantar.

Cantavam assim: samba crioula que veio da Bahia
Pega a criança e joga na bacia
O som da mão do pilão marcava o ritmo e a moça ria
Cantando e malhando pam pam o serviço ia.

Depois de socado o grão precisava peneirar
As moças se revezavam na lida
Cantando sempre para não se cansar
E Vó dizia: quem não trabalha não come...é a vida.

Vó se foi para o céu faz muitos anos
O velho pilão não se sabe onde está
Ainda penso ouvir sua voz animando
As moças para o serviço continuar.

Do velho pilão só resta uma foto
Da boa Vó nem isso restou
Da mão de pilão ouço um barulho remoto
Parece assombração...mas é a saudade que ficou.

Maria Aparecida Felicori {Vó Fia}
Nepomuceno - MG - Brasil

 
 
 
 

Maria Cristina Fervier

 
 

COLÓQUIO DE IRMANDADE
Maria Cristina Fervier

Quando o sol busca seu meio-dia
Chega ao parque, o avô, todos os dias,
Com seu passo lento ao andar,
Com seus olhos cansados de tanto mirar,
Conservando o brilho de quem muito viveu.
Chega e o rodeiam os pássaros com seus revoltear,
Acompanham seus gorjeios de cadência ignorada,
Com doçura melodiosa de seus trinos.
Um suave colóquio entre eles se estabelecia,
Diálogo de diáfana irmandade.
Um encarna a beleza e a liberdade,
O outro a sabedoria que dá a idade.
Estende suas mãos carregadas de migalhas de pão
E os pássaros pousam comendo-as em paz.
Quando já das migalhas não sobram nada mais,
Alçam as mãos para o céu querendo alcançar,
suavidade de alma transportando um sonho
que com asas de pássaros começa a voar.
Bebendo-se a última gota do amanhecer,
Embriagado de sol, de paz e de cantos,
As plumas os empurram de novo ao lugar
Onde poderiam estar mais solitário, sem sua solidão.

Maria Cristina Fervier
Salto Grande - Santa Fé - Argentina

Escribo desde que comencé a conocer las letras y a unirlas formando palabras.
Desde entonces supe, sin saberlo, que mi destino era ser escritora, Cultivo la poesía libre, aunque también incursiono en narrativa y en trovas.
Mis obras figuran en más de un centenar de Antologías Poéticas de Argentina, Brasil, España, Rep. Dominicana, Perú y Portugal. Participo en certámenes literarios donde he obtenido numerosos premios tanto a nivel nacional como internacional.
Fui miembro del Jurado en varios Concursos.
Tengo un libro editado “Pétalos del Corazón” (Narrativa)
En enero de 2017 recibí el RECONOCIMIENTO A LA TRAYECTORIA LITERARIA en BELL VILLE (Córdoba).

 
 
 
 
 

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