FÉNIX

 

 

Maria do Carmo Medeiros

 
 

FRANCOLHAR
Maria do Carmo Medeiros
(Dedicada ao meu neto Francisco Louis Henkes Ronsani)

Azul do céu.
Azul do mar.
Azul do seu olhar!
Lindo igual o azul do céu,
Claro igual o azul do mar,
Amo seu azul olhar!
Querubim de olhos azuis;
Azuis a me fitar com seu francolhar!
Amar o céu, amar o mar, amar você com seu olhar.
Simples amar você com seu azul olhar!

Maria do Carmo Medeiros
Criciúma - SC - Brasil
Facebook: Maria do Carmo Medeiros


Maria do Carmo Medeiros: Nascida em abril de 1967 na cidade de Criciúma. Casada, mãe de dois filhos e avó de Francisco.
Pedagoga e Especialista em Metodologias da Educação Infantil, Séries Iniciais e Ensino Superior, formada na Universidade do Sul de Santa Catarina-UNISUL. Pós-Graduada Lato Sensu em Educação a Distância: Gestão e Tutoria pela UNIASSELVI. Pós-Graduada Lato Sensu em Orientação Educacional: teoria e prática pela UNIASSELVI. Experiência em sala de aula na Educação Infantil, Séries Iniciais, Ensino Médio, Magistério e Ensino Superior. Atuou como assessora de direção, coordenadora pedagógica na Educação Infantil, Ensino Fundamental I e Fundamental II, Coordenadora do Programa de Medidas Socioeducativa de Semi Liberdade e o Programa de Acolhimento – Abrigo Nossa Casa.

 
 
 
 

Maria Eduarda Leiria Oliveira

 
 

SEGREDOS SAGRADOS
Maria Eduarda Leiria Oliveira

A palavra repetida,
duas vezes já foi dita.
Outra vez confundida,
nunca foi compreendida.

Ensurdecedor silêncio;
doloroso amanhecer.
Mortais sentimentos;
turbilhões deles vão e vem
com ondas do mar.

Ninguém entende;
ninguém vai descobrir.

Maria Eduarda Leiria Oliveira
Porto Alegre - RS - Brasil

 
 
 
 

Maria Elena Espinosa Mata

 
 

TARDE
Maria Elena Espinosa Mata

É esta tarde, amor,
é esta tarde em que tudo se torna uma miragem:
o vento frio bulindo nas cortinas,
as folhas despegando-se no parque,
minha solidão e o assédio das trevas
que retém meus últimos suspiros.

É talvez a nostalgia
das horas de ardor intenso
ou talvez esse desejo de pranto nas pupilas.

És tu que te esfumas
na carência cruel,
és tu, no abismo desta tarde
que desfolha meus sonhos.

É, amor,
o súbito despertar
para esta insustentável realidade
de não te abraçar.

(Tradução de Thalma Tavares - 22/02/08)

Maria Elena Espinosa Mata
Mante Tamaulipas - México


Maria Elena Espinosa Mata (1954) nace en Cd. Mante Tamaulipas (México), Es Lic. en Educación Primaria por la Universidad Pedagógica Nacional. Ha sido integrante de Talleres de Creación Creación Literaria y ha tomado el Diplomado en Literatura del Noreste auspiciado por el Centro Regional de Información, Promoción e Investigación de Literatura del Noreste en Monterrey N.L (CRIPIL) (2009). En el 2006 publicó el poemario Taciturna Luz Edit.PRAXIS. Ha sido antologada en Mujeres Poetas de México de Edit.Atemporia y en Bitácora de Voces del ciclo Verso Norte 2011.

 
 
 
 

Maria Elisa Fontoura Alberto

 
 

GRATIDÃO
Maria Elisa Fontoura Alberto

Obrigada meu Pai do Céu
Por me permitir ter olhos de ver.
Ver teu amor,tua justiça.
Ver as árvores,as flores, os rios.
A natureza que criastes fora do comum,
Quando tantos outros olhos passam ao léu
Sem a perceber.
Obrigada meu pai terreno,
Não lembro ao certo,
Mas creio desde sempre me ensinar
A ter gosto pela literatura,versos,poesias.
E também a amar as cores
Quando me brindavas
Com extensa gama de tons nas caixas de colorir,
E permitir que eu colocasse cores
Nas imagens dos teus livros.
Obrigada meu Deus,
Obrigada meu pai.
Vocês me proporcionaram ter olhos de ver.
E por isso eu sou feliz.

Maria Elisa Fontoura Alberto
São Sepé - RS - Brasil

 
 
 
 
 

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