FÉNIX

 

 

Miria Pereyra

 
 

NO TEMPO CERTO DA VIDA
Miria Pereyra

Hoje quero que você seja feliz
Foi-se o tempo que eu sofria
Deixa-me que seja o ultimo contato esse agora
Meu ultimo amor por ti comentado
Então peço!
Não vamos ser indiferentes
A experiência ensinou
O tempo exibiu os estágios
E os detalhes apareceram
Tudo foi uma imensidão de casos
Um universo desencontrando o outro
Devemos seguir buscando o jeito
Que for mais importante pra viver
Mais tarde, lá na frente veremos
Antes que se perca memória
E dizer: não se lembrar de mais de nada

Miria Pereyra Bergamaschi
Três Lagoas - MS - Brasil


Escritora, Poeta Del Mundo, Pesquisadora, Designer.
Gráfico, Ambientalista, Educadora Social, Colunista de Jornais e Membros de Diversas Associações Literárias Nacionais e Internacionais e Ganhadoras de diversos Prêmios, Títulos e Concursos Sociais, Literários e Ambientais e muitos outros.

 
 
 
 

Mirta del Carmen Gaziano

 
 

TERCIOPELO SU PIEL
Por Mirta del Carmen Gaziano


Levantó lentamente su rostro hacia mí.
Esperé largo tiempo ese momento ahora que finalmente lo tuve enfrente de mí, no sabía que decirle, en todo caso sería mi corazón el que me dictara las palabras y los gestos.
Estaba frente a mí, pude notar que era un poco más alto que yo, el flequillo desparejo le tapaba gran parte de sus ojos, su cabello mojado sobre los hombros desnudos dejaba en libertad las gotas de agua que se deslizaban raudamente sobre su torso, por la ladera de su cuello, recorrían cada tramo de su piel, se hundían hasta desaparecer en los bordes de la toalla que llevaba enroscada bajo su cintura, su piel erizada, terciopelo para mí, por ahora solo sensible al tacto, su boca, apertura al paraíso. Era bello, tanto que no podía mirarlo de frente, de hacerlo esto impediría comenzar cualquier diálogo, tampoco él deseaba mirarme, con los ojos cerrados, su respiración algo alterada.
Sabía de su enojo, yo lo había provocado por lo tanto trataba de vencer todas las dificultades que me impidieran aclarar las cosas.
Poco a poco fue levantando la cabeza, su boca cerrada en rictus de amargura, supe entonces que yo le interesaba, que su confusión era idéntica a la mía, creí que lloraría, y sus ojos se abrieron lentamente dejándome ver el cristal de su mirada y fue en ese mágico momento el que nos permitió el reencuentro.
-¡Hablemos! le dije, luego del abrazo que nos dimos.

Mirta del Carmen Gaziano
Santa Fe - Argentina


Mirta del Carmen Gaziano - Profesora superior en artes visuales.
sobre actividad literaria y fotográfica. Nací en Diamante Entre Ríos, pero en mi niñez vine a vivir a Santa Fe, cursé mis estudios en la Escuela De Artes Visuales, Profesor Juan Mantovani, me desempeñé como docente en los tres niveles, Primario, Medio y Superior , represento gráficamente y el arte pictórico, además de la fotografía otra de mis pasiones, respecto a la escritura la realizo desde la adolescencia, pero hace solo algunos años comencé a dedicarme a pleno a este maravilloso arte, realicé algunas publicaciones en revistas literarias y en la web.
Participación en encuentros nacionales de escritores, mesas de lectura y foros literarios/ilustró libros de poemas
Expone fotografías en salones, nacionales y provinciales.
Participo de publicaciones en la Gaceta Virtual - Revista Literaria, DIRIGIDA POR Norma Segades Maniás.
Actúo como jurado en certámenes.
Publico en revistas literarias. Presentación a mi cargo del libro de SANDRA GUDIÑO “EXCEPTO AMARTE”, el 7 de agosto de 2015

 
 
 
 

mongiardimsaraiva

 
 

PEREGRINO
mongiardimsaraiva

definitivamente não sou um homem público
publico apenas para não me tornar ausente
em mim e nas minhas histórias sem fim
sou um sentimento que às vezes não sente
outras vezes sinto mais do que a dor persente
adormeço sem ver a musa do meu jardim
gente passa por entre várias lembranças
outros sacodem apenas a poeira dormente
acho-me indiferente quando os vejo acenar
apenas corpos que balançam sem ser gente
sorrisos forçados que não me deixam contente
apenas forjados no brilho do meu olhar
o torpor cega-me na vontade de os deixar
carrego-os na minha albarda de madeira
como destroços ausentes do meu presente
talvez o balançar do meu burro os aguente
sinto o sol a morder-me a cabeça rala
firmo no cajado o peso dos meus ossos
deixo a minha tristeza brindar ao acaso
sou peregrino conformado em solo raso
moro nesse corpo que geme e fala

mongiardimsaraiva
Mantena - Minas Gerais - Brasil
http://meujardimpoetico.blogspot.com.br/

 
 
 
 

Monica Puccinelli

 
 

A DANÇA DA VIDA
Monica Puccinelli

Um choro, um sorriso, um cair e levantar
abraços, broncas. a palavra... Musica,
movimentos, rodopios, quedas, descobertas.
A busca de um eterno aprender
equilíbrio, cabeça erguida, altivez
movimento do corpo, descobrindo-se
observando-se.
harmonia, sintonia, fantasia, ansiedade
o palco, o publico, o encontro com o Eu
o confronto com o espelho, a vida, a arte
o amor, a difícil coerência,
O continuar da musica, a troca de ritmos
o constante contato com o
eu, o retroceder na memória
Somando grão por grão com entusiasmo
renovado, a cada amanhecer
é a dança da vida a soma de nosso ser

Monica Puccinelli - Italia
em Curitiba - Brasil
http://www.poemas-crescendo-di-va-gando.blogspot.com.br/
http://monicapuccinelli.blogspot.com.br/
http://revivendocontando.blogspot.com.br/


Sou nascida na Itália, mas de coração Brasileiro
De profissão cabelereira. Nascida em 1942, apos aposentada, descobri a internet, me apaixonei pela gráfica e trabalhos com flash, sempre amei a poesia, comecei em 1990 e até hoje tento ser uma eterna aprendiz. Amo a palavra, e espero que a Poesia possa se tornar uma linguagem universal para alcançar o coração de nós todos.

 
 
 
 
 

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