FÉNIX

Edição Especial "Mulheres pela Paz"

  2018

Clevane Pessoa - Desenho 1

 

 

Camila Gomes

 
 

MULHER
Camila Gomes

Mulher de dom especial
dá a luz a uma criança
de forma natural.

Mulher que trabalha de sol à sol
de pedreira, carpinteira, marcineira
sem esquecermos da faxineira
que para ganhar um dinheirinho extra
vira até jardineira.

Quando Deus fez a mulher
não esqueceu de nada
tudo foi feito nos mínimos detalhes
para ser o complemento do homem.

A mulher sofre com dores do parto
e depois a menstruação, a dor passa
e a tristeza também
Logo ela abre um sorriso quando brinca
e abraça o seu neném.

Mulher! Igual a você não tem.
Mulher guerreira e batalhadora.
Sofre como todo mundo mas,
no final dá a volta por cima
e mostra sua força de forma natural
deixando para traz tudo de mal.
E ajudando as pessoas que sofrem
no hospital.

Parabéns para as mulheres
de todo o mundo e do Brasil pois estamos
lutando como nunca se viu...

Camila Gomes
Londrina - PR - Brasil
http://www.recantodasletras.com.br/autor_textos.php?id=98695


Camila Gomes nasceu em Londrina, em 1989. Sempre se dedicou ao desenho e poesia. Publicou no jornal Club Poético/PR (2012), na revista literária Varal do Brasil (2013 a 2016); Olaria das Letras (2014), Letras Santiaguenses (2013 a 2016) e nos sites Recanto das Letras e Arte Brasil. Ficou em 8º lugar no Concurso Nacional de Poesias Zé Mitoca (2013); foi classificada no II Prêmio Nacional Licinho Campos de Poesias de Amor e no 29º Festival Poético de Cornélio Procópio (PR). Recebeu Diploma de destaque no XIV Concurso de poesia Agostinho Gomes, em Portugal (2013). Sétimo lugar no Concurso Internacional de Poesia (Academia Giraldo/SP) em novembro de 2014; Selecionada com o poema Querida mãe no X Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus/2014 (Salvador/BA) e Menção Honrosa no V Concurso de Poesias Cidade de Ourinhos 2015.

 
 

 

Carlos Augusto Sousa Borges

 
 

POEMA PARA: EVARISTA CRISTINA PESSOA DA SILVA
Carlos Augusto Sousa Borges

Cristina pessoa
Flor de verão
Te vejo, sentada no banco
No inicio do pôr do sol
Em tarde de fevereiro
Seu corpo sensual de mulher
Sob o signo de escorpião
Teus olhos negros de olhar felino
Da mulher do sertão
Teus seios morenos
Vejo o bico pequeno dos teus seios morenos
Cor de cravo e canela
Suas coxas, seu corpo sensual de tigresa
No flash escuro de uma câmera
Fotografei teu olhar sensual
De mulher sob o signo de escorpião
E seu sorriso de Gioconda
Da tigresa de xique-xique
Com esse tesão de mulher morena
Sob o signo de escorpião

Carlos Augusto Sousa Borges
Salvador — Ba - Brasil


Carlos Augusto Sousa Borges nasceu em Salvador—Ba, onde reside ate hoje. Estudou o primário na Escola Jesus Cristo, mansão do caminho Pau da Lima, o ensino fundamental Edson de Sousa Carneiro no bairro de São Caetano.
Atividades literárias:
Participou do curso Gregório de Matos e guerra executa pela adjutória de extensão, no período de 24 a 28 de outubro de 1983 com 5 (cinco) horas.
Universidade Federal da Bahia, teve frequência integral no curso “Jorge Amado na perspectiva literária poética”, ministrado pela professora Ana Rosa Ramos, durante o período de 2 (dois) de junho a 1 (um) de julho de 1987.Fundação casa de Jorge Amado.

 
 

 

Carlos Lúcio Gontijo

 
 

MINHA MULHER
Carlos Lúcio Gontijo

Toda mulher na mulher amada está
A mulher que eu amo é só fidalguia
Nela principia tudo o que clamo
Amorosamente vem quando a chamo
E se ela me chama eu logo vou
Para atender às chamas do amor
Pois minha mulher é meu mirante
Com ela vejo perto o sonho distante
Mesmo se nela algum dia eu não estiver
Minha mulher sempre estará em mim
Como beija-flor na flor ou a flor no jardim

Carlos Lúcio Gontijo - Poeta, escritor e jornalista
Belo Horizonte - Brasil
www.carlosluciogontijo.jor.br

 
 

 

Carlos Wilson Rodríguez Ferreira

 
 

MUJER A TI
Carlos Wilson Rodríguez Ferreira

Sintiéndote segura, dueña de ti mismo
Caminas como diosa tranquila, sin prisa
Ver volar tu vestido el alma acaricia,
Como lo hace tu pelo al besarlo la brisa.

Tus pasos, tu andar, tus caderas, tus piernas
Es arte que todos admiran, cuando pasas
Tu andar, serena, como ola que muere en la arena,
Cuando llega del mar a besarla,.. pero, en mi plaza

Que hay en ti, que no sea una obra divina?
Suspiramos y morimos por tan solo una, mirada,
madrugadas soñado contigo, con los ojos abiertos
Y a veces, sin noches, más aun ,… ni almohada.

Que encierras en ti que te hace universo?
Que hizo Dios en ti, que eres el centro?
Paz, amor, ternura, caricias y besos, un misterio
Y muramos de amor o desangremos en versos?

Me pregunto a veces, como sería la tierra
Si ustedes mujeres,…no existieran, pienso y me da tristeza.
Sin lugar a dudas el mas mustio planeta de este universo,
Sin vida, aun habiendo, sin nada que valiera la pena.

Como hacen? De donde sus fuerzas? Mujeres o panteras?
Luchadoras, mezcla de mujer y fiera, aun,…siendo reinas
Lo cierto es que si no fuera por ellas, de que vida me hablan?
Qué triste, fría, y letárgica seria la existencia en la tierra.

Sin su risa, sus ganas, su alegría, y belleza, imposible la supervivencia.
Hombre, hermano,. Debemos amarlas, honrarlas, cuidarlas,
Seriamos, hombres o animales muriendo de pena por verlas? …
Porque son la vida ¡y porque en la tierra, no existe, la vida sin ellas.

Carlos Wilson Rodríguez Ferreira
Tacuarembó - Uruguay


Carlos Wilson Rodríguez Ferreira. Nací en Zapara, ciudad de: Tacuarembó, Uruguay. Estudie Cine en Cinemateca Uruguaya (cámara y actuación), también en el Instituto de Artes y Ciencias Cinematográficas de Hollywood con una ayuda de la embajada; soñaba con la pantalla grande, en los ´70. Comencé mis pasos en radios y canales montevideanos en los ´80 y termine volviendo a Tacuarembó, su ciudad natal; en los ´84 se dedicó de lleno a la radio. Ya siendo periodista, decidí proseguir estudiando, es así que a mis 55 años entro en el C.U.T. Centro Universitario de Tacuarembó de la UDELAR, Universidad de la República, terminando Ciencias de la Comunicación, convencido de que querer es poder.Desde entonces soy asesor de programación general de radios, conductor productor de mi propio programa de radio «Entre mates, guitarras y otras yerbas» en Fm TIEMPO 101.7, radio en la que trabajo desde hace 21 años.Escribo desde toda la vida, pero perdi mis primeros escritos y recomencé hace 5 años.

 
 
 
 

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