FÉNIX

Edição Especial "Mulheres pela Paz"

  2018

Rossana Aicardi Caprio - mujer

 

 

Maria Alicia Gómez de Balbuena

 
 

Por Amor… Zalema
Paz para las letras que me buscan…”
(Pablo Neruda)

Maria Alicia Gómez de Balbuena

Para todo el amor que buscará follaje
Te ofrezco el alma mía
Donde anidan preguntas sempiternas
Donde aguardan caricias
Las desnudas caricias no logradas…
Para esa paz buscada
Para el camino de la mundial plegaria
Y porque eternamente esperaré que vuelvas
Hermano en mis angustias
Sangre de vanas luchas
Porque no hay caminos que nos lleven
a la paz tan ansiada.
Porque es LA PAZ ese camino
Me encuentras en las letras del mañana
Y en la energía cósmica del alma.
Pero también te ofrezco mi presente
Sepultaré mis noches
en la alegría de compartir tu calma
Y seré esa mano que, aunque yerma,
tenga el calor que nos derrita el alma
Hasta ser afluente…
Y ser puente.
Que pueda unir la diferencia humana.

Maria Alicia Gómez de Balbuena
Goya - Provincia de Corrientes - Argentina

 
 

 

Maria Alves Lamanna

 
 

MEU GRITO
Maria Alves Lamanna

Há um grito preso em minha garganta
Grito que me sufoca
Grito que me espanta
Olho para o meu corpo
Só vejo um rosto
Sofrido...
Calado...
E em meio a desgostos
Minha alma clama por paz
Por sonhos perdidos
Esquecidos em meu mundo
Sem muita esperança...
Tento voltar a minha face
Para a minha fase de criança
Inútil pensar nos sonhos que guardei
Para a criança que ainda vive em mim
Muitos sonhos perdidos vão ficando para trás
E se transformam no grito deste meu lamento
Há um grito preso em minha garganta
Um grito aflito
Sobreposto ao meu rosto
Que hoje é a máscara
Dos sonhos perdidos
Jogados ao solo
Jogados ao relento
O meu grande grito
Um grito pela paz
Um grito de descontentamento!

Maria Alves Lamanna
Rio Preto - Minas Gerais - Brasil


Poeta, Atriz, Roteirista, Compositora, Escultora.
Membro Efetivo ANLPPB cadeira 20, Academia de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.
Membro Correspondente da Academia de Letras da Manchester Mineira da Cidade de Juiz de Fora - Minas Gerais.

 
 

 

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira

 
 

MÃE DE DEUS
Maria Antonieta Gonzaga Teixeira

A mulher simples
Que viveu em Israel
Viveu com simplicidade
De olhar doce como mel.

Exemplo às mulheres do mundo
De bondade e generosidade
Tributos à Mãe de Deus
A que mais traz felicidade.

A mais bela de todas as flores
Dos jardins da vida, rosas e narciso
Pregou o amor e a Paz
A PAZ que o Mundo precisa.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
Castro-Paraná-Brasil


Escritora, poeta e artista plástica autodidata. Autora dos livros: “Dos Pequizeiros às Araucárias.” Instituto Cristão: Arte e Vida e Encruzilhadas; - Uma VIDA: Affonso e Marieta -2018.
Exposições coletivas: “América Espanhola” - Curitiba. Sensaciones”, em Buenos Aires. ArteMestria 16 em Viana do Castelo – Portugal. Artscoffee 16 em Lisboa-Portugal. Albicastrense art 16 no IPDJ Castelo Branco - Portugal. Mostra Natural - Buenos Aires 2016.
Exposições de Artes: “Cidade Perdida” – 2012. Exposições Coletivas: Sonhando com o Paraná - Museu Paranaense em Curitiba-2016. Deslocamentos: O ato ou efeito de variar-Ponta Grossa-2016. Mostra Natural em Buenos Aires-2016. Artistas e Autores da Espanha no Instituto Cervantes-Curitiba-PR-2016. 2º Salão” Mãos de Castro” -2017 e Exposição 17 Anos da Casa da Praça-Castro-PR- 2017.
Participa de várias Antologias Poéticas.
É membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni-ALTO e da Academia Luminescência Brasileira-ALUBRA.
Participa das exposições de Arte e Poesia organizadas pelo Curador e especialista em Arte Digital Carlos Zemek, em Portugal, Argentina e Chile.

 
 

 

María Cristina Garay Andrade

 
 

SER MUJER
María Cristina Garay Andrade

Mujer haz de la vida su refugio cuidándola con pasión
Habiendo nacido honrosa de tu admirable condición
Siembra el mundo de rosas entona de amor la canción
Que Dios al oírte se alegra con magnánima emoción

Has venido a procrear haciendo fértil la tierra
Tus semillas son prodigios que el corazón encierra
Fecunda tu sagrada misión de milagrosa reserva
El génesis de la vida en tu vientre se conserva

Alza tu voz misionera digámosle ¡no! a las guerras
Tus hijas no tienen nación sus moradas pasajeras
Usemos de arma el amor él no sabe de fronteras
Se instala en el corazón sin castas ni trincheras

Ponle el pecho al cañón si bien caigas por ser primera
El soldado que te apunta quizás matarte no pueda
Y con valiente hidalguía enarbola de paz la bandera
Para que escriban epitafios en honor a tu memoria
¡De generadora de vida llevas en tu cuerpo la gloria!

María Cristina Garay Andrade
Monte Grande - Buenos Aires - Argentina
Blog: mariacristinadesdemissilencios.blogspot.com.ar

 
 
 
 

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