FÉNIX

Edição Especial "Mulheres pela Paz"

  2018

Sáh Benedicto

 

 

Maria João Brito de Sousa

 
 

PAPOILA
(Soneto em decassílabo heróico)
Maria João Brito de Sousa

Julgaste-a vulnerável e dolente,
Peça de ouro da lei que outro engendrou,
Mas, tempr`ada desse aço que a moldou,
Mostrou-se, afinal, firme e persistente,

Negando, em cada gesto prepotente
Que a escória disfarçada preparou,
A graça de of`recer-lhe o que sobrou
Do tanto que, na cor, se afirma gente...

Se de pedra se assume, embora flor,
A escopro há-de gravar seja o que for,
Que a haste em que subiu sabe o que quer

E exalta-se, insubmissa, em rubra cor
Pr`afirmar que, de si, só colhe amor
Quem na flor respeitar fraga e mulher...

Maria João Brito de Sousa
Oeiras - Portugal
http:/poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt


Maria João Brito de Sousa nasceu em Lisboa/Portugal.É Poeta e Pintora.
"Desde o ano 2000 e enquanto a saúde mo permitiu, fui membro da Associação de Artistas Plásticos - Paço De Artes, sediada no Concelho de Oeiras e, nessa qualidade, participei em inúmeras exposições de pintura de carácter colectivo e de uma individual, sob a temática Auto-Retrato, em 2007.
Em Janeiro de 2000, estreara-me, no âmbito das exposições individuais, em Lisboa, na Voz do Operário, onde tive expostas vinte e oito telas sob o título Promessas Traídas, tendo ainda participado na Voz D`Arte - Primavera 2000, no hotel Roma, em Lisboa.
Sou também membro da Associação Portuguesa de Poetas, e tenho apenas três livros publicados; Poeta Porque Deus Quer, Autores Editora, 2009 e Pequenas Utopias, Corpos Editora, 2012 (World Art Friends) e Almas Gémeas, em Março de 2016, sob a chancela da Euedito.Vários sonetos meus foram editados, em 2014, na colectânea de poetas lusófonos Enigma(s), sob a chancela da Sinapis Editores - Editorial Minerva - e na Antologia "Tertúlia da Gandaia", Hórus Editora, 2016, bem como na Antologia da Academia Virtual de Letras, no mesmo ano."

 
 

 

Maria José da Silva Santos

 
 

MULHER
Maria José da Silva Santos

Mulher, flor perfumada!
Perfeição da Natureza
Feita pelas mãos de Deus.
Sempre maravilhosas
Imponentes e formosas!

Mulheres, são como as flores
Pele macia e sedosa
Parecem muito frágil!
Porém, são fortes e corajosas.

Mulher, tu és a flor
Do jardim do Criador!

Mulher, sempre guerreira
Levam a vida a batalhar
Cuidam de toda família
Sem nunca reclamar.

Mulher, tu és charmosa!
Tem sempre amor pra dá
Como a mulher, não há igual
Ela é muito especial!

Valorizem, as mulheres
Pôs, temos muito valor
Trate-as com muito respeito
Com muito carinho e amor!

Mulher, tu és a flor
Do jardim do Criador!

Maria José da Silva Santos
Rio de Janeiro - Brasil


Maria José, Professora e poetisa uma mulher batalhadora. começou estudar tarde por falta de condições e venceu formando-se professora em 2004 ,publicou o livro Voando nas Asas da Poesia.
Hoje palestrante em escolas públicas levando sempre incentivo aos alunos, com seu belo exemplo de amor a Literatura.
Participa de saraus poéticos, e é poetisa por vocação.Participou de algumas Antologias e é premiada em concursos poético,como Medalhas e Títulos da Academia Poética de Literatura.Participa da Revista Poética Brasileira do Paraná e Revista Poética Mimeógrafo Mexicana.

 
 

 

Maria José Zanini Tauil

 
 

VITORIOSA MULHER !
Maria José Zanini Tauil

Mulher, vá em frente!
Mesmo na adversidade!
Nada é fácil sem o vil metal
Sem família tradicional
Preconceito existe
Desigualdade, também
Vá e mostra com sua garra
Que quer e pode ser alguém
Sua fibra é evidente!
Dê o seu melhor...você é gente!
Pelos caminhos por onde andar
Pelos lugares que você passar
Por tudo o que viver
Você vai amadurecer!
Haverá momentos de fragilidade
Mas você há de crescer
Você há de vencer
Escreverá uma bela história!

Mostra ao mundo, agora
Que chegou a sua hora!
Colha os louros da vitória!

Maria José Zanini Tauil
Rio de Janeiro - Brasil

 
 

 

Maria Luiza Bonini

 
 

QUE O VENTO ME TRAGA
Maria Luiza Bonini

Que o vento me traga a harmonia
Da tão sonhada paz entre os homens
Em forma de canção ou poesia
Noticie que exterminou-se a fome

Que o vento me traga a verdade
Sem máscaras e sem tropeços
Exterminando da Terra, toda a iniquidade
Que atinge os humildes se nenhum apreço

Que o vento me traga a bondade
Para ser aspergida de uns aos outros
Na realidade de uma fraternidade

Que o vento me traga a lucidez
Para mim e toda a humanidade
Derrotarmos de vez, toda a desigualdade

Maria Luiza Bonini
São Paulo - Brasil


Formação: humanista. Minha relação com a arte pode ser confundida com o meu nascimento.Talvez por uma influência genético/cultural, de meus ancestrais fiorentinos... (Itália).Sou paulistana, descendente de italianos, por parte de pai, oriundos Di Lucca, na Toscana, vizinha de Firenze, berço das artes.Quando me deparei com mais uma pedra no caminho, mergulhei na poesia, nos contos e nas crônicas. O que era para ser mais um escape se avolumou de tal maneira, que não consegui parar.
Amo a poesia, adoro escrever, pois foi a maneira que encontrei para ser feliz.

 
 
 
 

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