FÉNIX

Edição Especial "Mulheres pela Paz"

  2018

W.J.Solha - Sabedoria

 

 

Rosangela de Oliveira Santos

 
 

MULHER E PAZ
Rosangela de Oliveira Santos

Olá bela mulher!
É um enorme prazer em conhecê-la.
Tarde de quinta-feira, paz
Se puder... Descubra meus segredos
Está nos meus gestos
E escrito em código, em cada letra e
Palavra que pronuncio
Ah! Mulher...
Nesta tarde de quinta-feira,
Gostosa demais
A brisa...
De qualquer lugar posso me conectar
E mergulhar nos seus devaneios
É gostoso demais!
Olá bela mulher!
É um enorme prazer em conhecê-la
Minha mulher e paz.

Rosangela de Oliveira Santos
São Paulo - Capital - Brasil


Rosangela de Oliveira Santos, natural de São Caetano do Sul, São Paulo - Participou de antologias promovidas pelo Proyecto SUR/Brasil no Congresso Brasileiro de Poesias em Bento Gonçalves, Brasil.
Participou de grupos de poesia, fez vários cursos, e participou de encontros literários no espaço Haroldo de Campos de Literatura e Poesia - Casa das Rosas.

 
 

 

Rosinha Bonette

 
 

QUERO PAZ
Rosinha Bonette

Quero, neste dia em que me encontro.
Pedir a paz, o amor, a sabedoria e a força.
Quero olhar o mundo com os olhos do amor.
Quero ser paciente, compreensiva, mansa e prudente.
Quero ver além das aparências humanas.
Assim como os outros vêem.
E assim exaltar senão o bem, o amor e a paz a cada um.
Peço, proteção aos meus ouvidos de toda a maldade,
Firmeza nos passos do caminho da verdade.
Que só de paz se encha meu espirito e meu coração.
Que seja tão bondoso e alegre como uma criança.
Que quando todos quantos se chegarem a mim.
Sintam uma doce presença de paz.
Reveste-me de carisma,
E que no discurso desta minha poesia a humanidade se revele em paz.

Rosinha Bonette
Itatiba - SP - Brasil


Rosa Bonette, conhecida como Rosinha Bonette.Funcionária Pública Municipal. Graduada em Pedagogia, Pós-graduada em Psicopedagogia e Educação Especial, atuando na area da Educação com Atendimento Educacional Especializado com alunos da Rede Municipal. Escrever é minha paixão.

 
 

 

Rossana Aicardi Caprio

 
 

ENTRE SÁBANAS NEGRAS
Rossana Aicardi Caprio

Mutilando tus ilusiones
supusieron
que morirías sin más
en poco tiempo.

Doblegaste tu esfuerzo
y hoy te muestras
esbelta, aceitunada
frente al espejo.

Tus senos redondeados
por anónimas caricias
acentuaron tus labios
redondeando caderas.

Despertaron embrujo
que entre sábanas negras
manejaste en extremo
disfrutando los hilos
de viejas marionetas
pasando frente a tí
dejando sus miserias.

Y tú, riendo una vez más
los viste irse llorando
su lastimosa pena
-se terminó el tiempo
mañana, quizás
pide tu hora
capaz estoy, no sé.

Ya puedes irte ahora
inútil alfarero
de manos muertas.

Rossana Aicardi Caprio
Pando – Canelones - Uruguay


Escritora. Plástica. Diseñadora Gráfica. Comunicadora. En su acción social y filosófica y en su obrar por la Paz, trabaja por una nueva conciencia en eventos literarios, visitando escuelas, y en programas culturales de cable y radio.

 
 

 

Rozelene Furtado de Lima

 
 

MULHER ACESSÓRIO
Rozelene Furtado de Lima

As mulheres são vistas como acessório
Acessório de muitos usos e abusos
Não vivem no paraíso, vivem no purgatório
Tem mulher de todas as formas até de parafuso
Que se enrosca, apertada segura todas as pontas
Mulher que serve de cabide onde se pendura tudo
Qualquer peça, qualquer entulho, nada se leva em conta
Mulher que cresce num mundo exigente e mudo
Que assiste a fêmea lutando para conseguir um lugar
Dominada pelo forte macho, desde o início dos tempos
Era queimada em fogueiras se deixasse revelar
Inteligência e como bruxa evaporava em cinzas ao vento
Ela vem conquistando espaço desde os primórdios
Sem perder a capacidade de se amar, amar e deixar-se amar
Vem chegando dia a dia sem toques de exórdios
A mulher de hoje tem os mesmos sentimentos de outras eras
A maternidade não acontece é um ato de escolha
A Liberdade e o respeito já não são só sonhos e quimeras
Não se deixe levar e se enganar, saia da angustiante bolha
Um dia para homenagear a mulher como deusa rainha
Somente um dia para tirá-la da berlinda sem pelourinho
Tirá-la da estante dos objetos dos desejos e da bainha
É conquista de passadas firmes raladas na mó do moinho
Menina mulher o mundo é teu, continua no caminho das avós
Solta as amarras, luta, resista, pelas tuas filhas solta o grito da garganta
Ergue a bandeira da valorização alargando as trilhas, desfazendo nós
Em nome das martirizadas, das surradas, das sugadas e das santas!

Rozelene Furtado de Lima
Teresópolis- Rio de Janeiro - Brasil
www.rozelenefurtadodelima.com.br


Professora, bibliotecária, escritora, contista, poeta, artista plástica. Coautora em 385 Antologias nacionais e internacionais. Textos publicados em Portugal, França, EUA, México, Espanha, Itália, Alemanha, Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia, Venezuela e Suíça. Cinco livros publicados. Membro da ATL - Academia Teresopolitana de Letras entre outras. Prêmios Nacionais e internacionais em literatura e artes.

 
 
 
 

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