Carmo Vasconcelos

 

 

"FENIX"

TRADUÇÕES

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DRÁCULA – O REGRESSO

 Freda Warrington

O ESTRANHO CAVALEIRO DO LIVRO SAGRADO  Anton Dontchev
tradução tradução

AREIAS MOVEDIÇAS

 Krassim Krastev

O ÚLTIMO UNICÓRNIO

 Peter Beagle

tradução tradução

 

 

 

DOIS POVOS UM DESTINO, mostra-nos o valor e o poder da palavra, assim como nos revela o valor dos grandes autores que usam a internet como meio de divulgação das suas obras, não caíndo estas no branco frio de um livro, antes e aqui têm o calor que irradia de cada um dos leitores, podendo observar quase in loco a sua reacção. Que os grandes meios audiovisuais e os governantes dos nossos países, possam entender o quanto de amor, carinho ou por vezes raiva emana de cada um destes grandes autores e saiba começar a reconhecer que é por eles que o coração do seu país é amado. Esta ciranda, o Grupo Ecos da Poesia oferece-a a Portugal.

DOIS POVOS UM DESTINO, demostra a nosotros el valor y la fuerza de la palabra, tan bien como ella divulga el valor de los grandes autores que utilizan la Internet como manera de esparcir sus obras, no cayendo éstas en el blanco frío de un libro, antes y aquí tenem el calor que irradia de cada uno de los lectores, pudiendo observar casi in loco su reacción.  Que las grandes vias audiovisuais y los gobernantes de nuestros países, puedan entender lo cuánto de amor, afecto ou por veces raiva si emana de cada uno de estos grandes autores y que comenzem a reconocer que es por ellos que el corazón de su país es amado.  Ésta Ciranda, lo Grupo Ecos da Poesia la ofrece a Portugal.

 

Texto de Victor Jerónimo

Tradução de Carmo Vasconcelos

 

II VOLUME - CIRANDA BRASIL

PREFÁCIO
Autora: Mercêdes Pordeus
Tradução para o Espanhol: Carmo Vasconcelos

“As Cortes de Portugal querem mesmo escravizar o Brasil,cumpre portanto, declarar já a sua Independência...! Laços fora, soldados! Viva a Independência, a liberdade, a separação do Brasil! Independência ou Morte, seja a nossa divisa.”
(Segundo o relato de Paulo Antonio do Valle, da comitiva do Príncipe Regente).

Assim, D. Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, o Imperador do Brasil, Príncipe Português, D. PEDRO I, declarou a separação entre Brasil e Portugal, em sete de setembro de mil oitocentos e vinte e dois, às margens do Riacho do Ipiranga, em São Paulo, quando abordado pelo Capitão Antonio Ramos Cordeiro, acompanhado do Correio do Paço, Paulo Bregaro.
D.Pedro I, já sem notícias de seu pai, D.João VI , sendo perseguido pelas Cortes Portuguesas, que já o chamavam com desprezo de: o rapazinho, o brasileiro. Far-se-ia necessário que D.Pedro I fosse declarado o Rei do Brasil e seria aclamado, em doze de outubro, por ocasião de seu aniversário, Imperador e Defensor Perpétuo do Brasil.
Assim, começou a História do Brasil Independente, assim,conta-nos nossa história.
http://www.estadao.com.br/450/historia17.htm
Veja mais detalhes, O Estado de São Paulo, de oito de setembro de 1822, vale a pena ler.

O Brasil foi descoberto pelo grande navegador português Pedro Álvares Cabral, por Portugal fomos colonizados, apesar de muitas lutas entre holandeses, espanhóis, franceses, que tiveram influência sobre o Brasil, mas passageiras, mesmo contribuindo com usos, costumes e tradições para a nossa herança cultural.

Um Príncipe português promoveu nossa separação da opressão das Cortes Portuguesas, mais tarde, uma Princesa portuguesa extinguiu a escravidão no Brasil, escravidão imposta pelas Cortes daquele país.

Assim é a História do Brasil tecida por portugueses, dentre outros povos. A diferença entre um e outros é que a presença do nosso país irmão influenciou de sobremaneira, mesclando nosso país com suas influências.
Nosso passado de lutas e glórias através dos sonhos de liberdade dos nossos mártires, como Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, dentre tantos outros.
Como explicar um povo oprimido. que viveu sob o jugo português, hoje serem considerados povos irmãos, com carinho recíproco, interligados emocionalmente pelos laços da amizade?
O português é um povo tradicional, mas creio que dentre os europeus ainda é o mais despojado de muitos protocolos. Ouvi o discurso de um português, que dizia ser essa receptividade brasileira, herança do português, os quais ao aqui chegarem jogaram-se nos braços das índias, das escravas africanas, foi a colonização portuguesa que nos deixou muitas heranças na receptividade, concordo com ele quando fez essa afirmação. Mesmo sendo um povo muito arraigado a sua cultura, às suas raízes, ao tradicionalismo. Ainda assim, a miscigenação gerou esse jeito despojado, alegre e receptivo que tem o brasileiro. Países que a distância e imensidão do Atlântico não separa, a não ser física e geograficamente.

Caro leitor, receba esta obra, o segundo volume de Portugal Brasil: Dois povos um destino, como obra de incalculável valor, junto ao primeiro volume lançado no Dia de Camões.
Dois países separados, como já disse anteriormente, fisicamente pela imensidão de um oceano.
A um chamam de “pequenino”, Heróis do mar, Nação valente e imortal, ao outro imenso, o Gigante pela própria natureza, como diz nosso Hino Nacional e traduz a nossa superfície geográfica.
Dois povos, um destino...a união que nos conduz aos laços fortes da fraternidade.

A Bíblia nos diz, no livro dos Salmos , em seu Capítulo 33, Versículo 12 : “Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que Ele escolheu para sua herança.” E essa promessa de bênção aplica-se a toda a Nação que siga ao Senhor.
Não existe predestinação para o mal de um povo. Ao homem foi concedida a faculdade de pensar, raciocinar e agir.
Que os nossos dirigentes e cidadãos comuns, possam seguir a observância do que nos diz o Livro Sagrado.
Não só Brasil e Portugal mas todos os povos da Terra.
Ao Brasil, hoje sete de setembro, mais especificamente.

Avante Ecos da Poesia...rumemos nessa união para a edição da nossa segunda Antologia Poética a ser lançada pela ABRALI e será denominada com muita propriedade, DOIS POVOS UM DESTINO.


PREFACIO (para lo Español)
Autora: Mercêdes Pordeus
Traducción para lo Español: Carmo Vasconcelos

“Las Cortes de Portugal quieren mismo esclavizar el Brasil, portanto cumpre declarar ya su Independencia…! Lazos fuera, soldados! Viva la Independencia, la libertad, la separación del Brasil! Independencia o Muerte, sea nuestra divisa”
(Según el relato de Paulo Antonio do Valle, de la comitiva del Príncipe Regente).

Así, D. Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, el Imperador del Brasil, Príncipe Portugués, D. PEDRO I, declarou la separación entre Brasil y Portugal, en siete de septiembre de mil ochocientos y veinte y dos, a los bordes del Riacho del Ipiranga, en São Paulo, cuando abordado por el Capitán Antonio Ramos Cordeiro, acompañado del Correo del Pazo, Paulo Bregaro. D.Pedro I, ya sin notícias de su padre, D. João VI, y siendo perseguido por las Cortes Portuguéas, que ya le lhamavam con desprecio: lo muchacho, lo brasileño. Se hacia necessario que D. Pedro I fuesse declarado el Rey del Brasil y aclamado en doce de octubre, por ocasión de su aniversario, Emperador y Defensor Perpetuo del Brasil. Así empezou la historia del Brasil Independiente, así nos conta nuestra Historia.
http://www.estadao.com.br/450/historia17.htm
Ver más detalles: “ O Estado de São Paulo”, de ocho de septiembre de 1822, bueno leer.
Lo Brasil fue descubierto por lo gran navegador portugués Pedro Álvares Cabral, y por Portugal nosotros habemos sido colonizados, no obstante muchas luchas entre holandeses, españois, franceses, que habian teñido influencias sobre el Brasil, aunque pasajeras, contribuindo con usos, costumbres, y traditiones para nuestra herencia cultural.

Un Príncipe portugués promoveu nuestra separación de la opresión de las Cortes Portuguéas, e más adelante una Princesa portuguéa extinguió la exclavitud en el Brasil, exclavitud impuesta por las Cortes de aquél país.

Asi es la Historia del Brasil tejida por portugueses, de entre otros pueblos. La diferencia entre unos y otros es que la presencia de nuestro país hermano influenció sobremanera, y mezcló nuestro país com sus influencias.

Nuestro pasado de luchas y de glorias con los sueños de libertad de nuestros mártires, como Joaquim José da Silva Xavier, el Tiradentes, entre tantos otros.

Cómo explicar a una gente opresa que vivió debajo del yugo portugués, hoy sieren considerados pueblos hermanos, con el afecto recíproco, interligados emocionalmente por los lazos de la amistad?
El portugués es un pueblo tradicional, pero creo que entre los europeos él sigue siendo lo más despojado de muchos protocolos. Oí el discurso de un portugués, diciendo ser esta receptividade brasileña, herencia del portugués, que al llegarem aquí se habían jugado en los brazos de las indias, de las esclavas africanas. Fue la colonización portuguéa que nos dejó muchas herencias en el receptividade, convengo com él cuando él hizo esta afirmación. Mismo siendo un pueblo mucho arraigado a su cultura, a suyas raízes, al tradicionalism. Aún así, la miscegenación generó ésta atitud despojada, alegre y receptiva que tiene el brasileño. Países que la distancia y la inmensidad del Atlántico no separan, a no ser fisica y geográficamente.

Caro lector, reciba ésta obra, el segundo volumen de Portugal Brasil: Dos pueblos un destino, como una obra de valor incalculable, cerca al primer volumen lanzado en el día de Camões. Dos países separados, como dijo ya previamente, físicamente por la inmensidad de un océano. A uno llaman "pequeñito", Héroes del mar, nación valiente e inmortal, al otro inmenso, el Gigante por la propia naturaleza, como dice nuestro Himno Nacional y traduce nuestra superficie geográfica.
Dos pueblos, un destino... la unión que nos conduce a los lazos fuertes de la fraternidad.

La Biblia nos dice, en el libro de los Salmos, en su capítulo 33, Versicle 12: "Feliz es la Nación cuyo Dios es lo Señor, y la gente que Él eligió para su herencia." Y ésta promesa de bendición se aplica a toda la Nación que sigue al Señor.
No existe predestinación para el mal de un pueblo. Al hombre fue concedida la facultad de pensar, razonar y actuar.
Que nuestros dirigentes y ciudadanos comunes, puedan seguir la observancia de eso que nos dice el Libro Sagrado.
No solamente el Brasil y Portugal pero todos los pueblos de la Tierra.
Al Brasil, hoy siete de septiembre, más específicamente.
Avante Ecos de la Poesía... nos lanzemos en esta unión para la edición de nuestra segunda Antología Poética a ser lanzada por la ABRALI y que será llamada con mucha propriedad, DOS PUEBLOS UN DESTIN.O.

 

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