Abril de 2017

Ano VII - Número XLVl

 

 

Rosa Leme

 
 

PROMOVA A PAZ...
Rosa Leme

O mundo está cheio de dor.
Promova paz e amor!
Toda bondade
Promove felicidade!

Mudar a visão é olhar pra frente...
O amor é visível
Para quem escolheu
Viver em paz.

O amor é um transbordar
De paz e alegria.
O amor é a seiva da vida.

É o amor que move
Todos os outros sentimentos
Dentro da gente.

O amor é amigo
Do coração.
O amor não pesa.

Ele enobrece, e inebria
A alma de paz...

Quem oferta alegria e paz
Por amor ao próximo,
Ilumina a si próprio.


Rosa Leme
Curitiba - Brasil


Rosa Leme Nasceu em 30 de maio de 1965 em Conselheiro Mairinck, Paraná. Descendente de migrantes mineiros. Graduada bacharel em Teologia, é professora de educação infantil, faz parte do ministério da Igreja do Evangelho Quadrangular atuando como pastora aspirante, auxiliar tempo integral. Em 2005 deu sua arrancada poética, fazendo mensagens poéticas para a igreja, de onde resultou o livro 'Deus é Fiel!' lançado em 2005. Destas poesias, para novas poesias foi rápida a passagem. De onde selecionou as poesias que compõe o livro 'Decolando nas Asas do Vento' lançado em 2007. O livro ‘Uma Rosa Para Você’ lançado em março de 2012.O livro Rosa de Sarom lançado em julho de 2014.

 

     

Seus livros foram lançados com o incentivo de amigos e da sua família. Em 2009, Rosa foi contemplada com o seu conto: O Maestro Noturno; em um evento realizado pela a Fundação Cultural de Curitiba com analise e criação literária. O jornal foi lançado em 29 de março de 2010 no aniversário da cidade de Curitiba. Participação no livro “Livro Carne”2014 com fotografia e texto. Livro produzido no processo da oficina excrita:fluxo e montagem,mediada por Ricardo Corona.Rosa é participante da ontologia Evangélica Água viva volume 4. Antologia poética bianual que almeja reunir e proclamar textos de significativos poetas evangélicos.
Rosa é associada dos Poetas Del Mundo movimento mundial. Rosa participa também de oficinas de literatura da Fundação cultural de Curitiba, escreve poesias em datas comemorativas para a comunidade e em sites de relacionamento na internet. Participa De sarau, ação cultural itinerante onde a arte popular curitibana encontra espaço em Bairros da cidade. Escriba Curitiba. Participa do projeto no teatro Tuc cutucando a inspiração com poesia e performance,é uma das integrantes do grupo das Meninas que escrevem em Curitiba.É Integrante do grupo feminista as Marianas.Rosa Leme em 30/5/15 celebrou meio século de vida,vem presenteando amigos e familiares com o seu novo livro com o titulo: A vida é apenas uma viagem....

 
 

 

Rosimeire Leal da Motta Piredda

 
 

UMA VELA ACESA NA ESCURIDÃO
Rosimeire Leal da Motta Piredda

Quando o mundo me magoou,
fechei-me dentro de mim mesma.
Portas e janelas fechadas.
Ausência de luz.
Mas a solidão gemia ecoando tristeza.
Eu e somente eu.
A luz em meu ser acabou,
usei uma vela para iluminar.
Antes escura pela falta de luz,
de repente, a minha vida se revelou tão ansiosa por viver!
Uma vela acesa demora três horas para queimar totalmente.
E depois? Eu não sei.
Permaneci parada vendo o que se podia ver.
Preciso retornar a existência, antes que a vela acabe
e a minha vida também...

Rosimeire Leal da Motta Piredda
Vila Velha – Espirito Santo – Brasil
http://www.rosimeiremotta.com.br/
https://www.facebook.com/profile.php?id=100011114436011


Sou, por formação, Professora, Técnica em Contabilidade e Secretária Aposentada. Portadora De Deficiência Auditiva, faço leitura labial.
LIVROS PUBLICADOS:
1.º Livro – Voz da Alma – 11 Crônicas – 04 Contos – 37 Poesias – Editora CBJE- 2005
2.º Livro – Eu Poético – 01 Crônica – 05 Contos – 54 Poesias– Editora CBJE - 2007
3.º Livro – O Cair da Tarde - 01 Crônica – 32 Poesias– Editora CBJE - 2012

 

 

 

Rosinha Bonette

 
 

PÁSCOA
Rosinha Bonette


Páscoa, momento de união, de parar para refletir no ensejo da festa cristã, de ver a vida diferente, de ver gente como a gente. JESUS morreu e ressuscitou para mostrar ao mundo o verdadeiro sentido da VIDA.
O que posso desejar para hoje?
Que as verdadeiras amizades continuem eternas e tenham sempre um lugar especial em nossos corações, que a luz do Cristo ressuscitado brilhe também em nossa vida.
Que a alegria da Páscoa invada o seu coração e o daqueles a quem ama, irradiando luz para iluminar e fazer brilhar o mundo em que vivemos, enchendo-o de amor, saúde e paz.
Que os povos esqueçam a guerra e vivam em confraternização.
Que as lágrimas sejam poucas, e logo superadas.
Que o carinho esteja presente em um simples olá, ou em qualquer outra frase.
Que os corações estejam sempre abertos para novas amizades e conquistas.
Que Deus, esteja sempre com sua mão estendida, apontando o caminho correto.
Que as coisas pequenas, como a inveja ou o desamor, sejam retiradas de nossa vida.
Que aquele que necessite ajuda encontre sempre em nós uma animadora palavra amiga.
Que a verdade sempre esteja acima de tudo.
Que o perdão e a compreensão superem as amarguras e as desavenças.
Que este nosso pequeno mundo virtual seja cada vez mais humano.
Que tudo o que sonhamos se transforme em realidade.
Que o amor pelo próximo seja nossa meta absoluta.
Que nossa jornada de hoje esteja repleta de flores. Sorria e celebre este dia.

Rosinha Bonette
Itatiba - SP - Brasil


Rosa Bonette, conhecida como Rosinha Bonette.Funcionária Pública Municipal. Graduada em Pedagogia, Pós-graduada em Psicopedagogia e Educação Especial, atuando na area da Educação com Atendimento Educacional Especializado com alunos da Rede Municipal. Escrever é minha paixão.

 

 

Rossana Aicardi Caprio

 
 

LLUVIA
Por Rossana Aicardi Caprio


Cuando bajé del ómnibus el agua corría como rio enfurecido bajo mis pies.
No sabía qué hacer: si bajarme en la Parada de mi casa o seguir hasta donde el agua amainara un poco su paso.
Remangué los pantalones, me quité los zapatos y bajé decidida a todo.
Con el agua por las rodillas llegué a los escalones de la puerta de entrada y quedé parada mirando como todo se iba calle abajo, sin remedio.
Empezaron a pasar flotando bolsas de basura, ramas, troncos, botellas de plástico y hasta contenedores, mientras la fuerza del agua crecía más y más.
Estaba con la llave en la mano cuando sentí que me llamaron, era Juan, el vecino de la cuadra anterior que de tan gordo se ajustaba la panza con un cinturón.
Iba flotando en una tabla enorme, quise ayudarlo pero la corriente no me dejó y siguió calle abajo.
Me hizo acordar a Humpy Dumpy, el huevo del cuento que además de panzón, usaba cinturón igual que él.
Me asusté mucho y a la vez me dio mucha gracia, parecía un clon.
Siguió y siguió correntada abajo y cuando cruzó la rambla y ya casi llegaba al mar embravecido sonó el despertador.
Las ocho me dije estirándome en la cama como los gatos y sin muchas ganas de empezar el día.
Me puse las pantuflas, abrí la ventana, el sol entraba hermoso, típica mañana de abril.
Desde lejos llegaba una dulce melodía de ángeles; era la vecina del edificio de enfrente, una esbelta muchacha que toca el Trombón en la Orquesta Sinfónica y que de vez en cuando nos deleita con sus ensayos.
Es un placer para el alma escucharla; e ir a verla cuando actúa en el Teatro, más que un privilegio.
Con aquel sol divino que todo iluminaba, los hermosos Narcisos en flor de mi balcón más la música de fondo que invadía la cuadra, era imposible no levantarse feliz.
Me duché, desayuné, hice las cosas de todos los días y salí a la calle a disfrutar tan armoniosa mañana y de paso pasear el perro.
Pasé frente al edificio y ella justo salía apurada con el Trombón debajo del brazo tratando de colocar el estuche; seguro tenía ensayo general y se le hacía tarde.
Nos saludamos y después de un beso le agradecí como siempre, tan hermoso despertar gracias a su música.
Cuando llegó el ómnibus comentó:
-Qué lindo día no?
a lo que contesté:
-Sí, precioso como el de ayer!
Y mientras subía tratando de no golpear su preciado estuche con la baranda gritó:
-Cómo? ¿No te enteraste de la lluvia de anoche? Se inundó todo, y hasta los contenedores pasaron flotando!!!

Rossana Aicardi Caprio
Pando – Canelones - Uruguay


Escritora. Plástica. Diseñadora Gráfica. Comunicadora. En su acción social y filosófica y en su obrar por la Paz, trabaja por una nueva conciencia en eventos literarios, visitando escuelas, y en programas culturales de cable y radio.

 

 

Sanjo Muchanga

 
 

POESIA OU INVENÇÃO?
Sanjo Muchanga

Tudo o que o lápis inventa
Não venta como a saia
Encanta como tu cantas
No riacho ou no banheiro
Tudo que a caneta escreve
Não descreve como o rosto
Dum papel amarfanhado
Pela fúria dos erros meus
Nas linhas do adeus provisório
Do velório do fim do caderno
No inverno debaixo da mangueira
Com a senhora parteira
Dos versos frios da alma
Morta por um beijo não dado.
Tudo o que eu penso
Não dispenso a ninguém
Nem para o alem das coisas
Antes de serem coisas
Porque critico e autocrítico
A critica antes de me criticar
Nas invenções que faço sentado
E condenado pela solidão da arte
De inventar e imaginar coisas.

Sanjo Muchanga
Maputo - Moçambique

Sanjo Muchanga, nascido aos 4 de Março de 1986, em Moçambique, província de Maputo, residente na Cidade de Maputo, funcionário Público, poeta e escritor, com participações em Antologias da Solar de Poetas, ALPAS, Colectânea Horizonte, Colectâneas Leveza da Alma, Colectânea Som de Poetas, Colectânea Palavras de Veludo, Colectânea Poetizar o Mundo, Revistas Literárias Trupe Reticencias em Versos, Folhinha Poética e Entrementes. Distinguido duas vezes pela Solar de Poetas e reconhecido pelo mérito pela Solar dos Poetas, e certificado pela Sociedade Mundial de Poetas pela participação na colectânea Leveza da Alma. É Membro e criador do Movimento Literário Ensaísta Kamubukuane. Leitor da Associação de Escritores Moçambicano, Membro da Sociedade de Direitos de Autores – SOMAS